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Ouvi falar que o glaucoma não apresenta sintomas. Então, como saber se eu corro riscos de ter a doença?
12 de Mar, 2019

Ouvi falar que o glaucoma não apresenta sintomas. Então, como saber se eu corro riscos de ter a doença?

Existe um grande número de doenças que acometem as pessoas em que os sintomas da doença somente são percebidos nos estágios avançados da doença. Estas doenças são um grande desafio para a medicina atual, pois cada vez a expectativa de vida das pessoas se torna mais longa, maior a necessidade de um diagnóstico precoce para que ela não tenha um impacto na qualidade de vida na velhice.

Dentro da oftalmologia uma das doenças mais silenciosas e importantes é o Glaucoma. (aumento da pressão intra-ocular).

Esta doença acomete aproximadamente 2% da população com mais de 40 anos. Estima-se que no Brasil, atualmente a população com Glaucoma seja superior a 1,5 milhão de pessoas acometidas com esta doença, tornando esta doença uma preocupação para os órgãos públicos de saúde.

O Glaucoma se instala, na maioria das vezes, de forma silenciosa e lenta, impossibilitando que o paciente desconfie da doença (Glaucoma crônico de ângulo aberto). Na grande maioria dos casos de Glaucoma, ele se instala sem apresentar sinais de vermelhidão, dor ou lacrimejamento, tornando impossível de imaginar que se tem Glaucoma.

O diagnóstico de glaucoma é feito somente através do exame oftalmológico, onde o médico faz o exame do fundo de olho e pressão ocular. Nos casos de suspeita de Glaucoma com estes exames é feito o exame de campo visual, o qual se pode comprovar a existência da doença. Uma vez feito o diagnóstico deve-se iniciar o tratamento com colírios, laser ou cirurgia, (dependendo de cada caso ) para o controle da pressão ocular .O exame de campo visual serve também para acompanhamento da doença, onde se pode verificar a progressão ou estabilidade do glaucoma após iniciado o tratamento. Temos ainda novas tecnologias em estudo para o diagnóstico precoce desta doença, tais como OCT, GDX, FDT.

Sempre devemos lembrar que existem fatores predisponentes para esta doença tais como:
• Hereditariedade
• Diabetes
• Hipertensão
• Miopia elevada
• Fatores raciais

Hoje com o diagnóstico precoce da doença e com as diferentes formas de tratamento (colírios, laser ou cirurgia) a grande maioria dos paciente convive com esta doença durante muitos anos, sem comprometer a qualidade de vida na velhice. Dr. Francisco Eugênio Campiolo

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